Dividindo à vida

Dividi a vida em dois pontos

Um dia eu vivo

Outro dia eu conto

Dividi a vida em duas partidas

Uma para testar

E outro a decisiva

A vida está tão dividida

Que quando me vejo entrar

Já estou de saída!

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– Assim sem medo

Suas tardes vão ficar mais frias

Você não é capaz de suportar

Você usou em tudo que eu sentia

Entenda que nunca vou voltar

Vingue tanto as suas agonias

Não sabe por onde andar

Tudo está tão bem, mesmo sem medo

Alguém que nunca vai mais vai te chamar!

Olhe bem para o que está fazendo

A hora passa e vamos nos dissipar

Mesmo que todos vão contradizendo

Mas dois passos e eu não posso parar!

Por que?

Às vezes a gente não pode temer a nossa vontade, pois  estamos contra pondo o que já vem da alma, a brutalidade é o rancor que não existe e se existe, que deixemos de lado, é melhor viver uma vida com altos e baixos, do que tentar alcançar a felicidade na mesmice do cotidiano

– Mas por que?

-Não, o porque é uma conseqüência de um ato que não aconteceu, se você quiser saber o porque reaja!

Nada poderei saber

Ainda que eu tema os anjos, de nada adianta uma simples ilusão, não sei se afundar na ilusão ou na realidade, qual dos dois será pior para minha solidão. Eu não vivo na espera de um dia ser contente para sempre, enquanto eu estiver triste terei meus lucros, meus pensamentos, nada de morte e nem de guerra, que prefira a sorte quem quer mansidão. Não é na vida real que vamos saber viver, não mesmo! É na atmosfera imaginaria que a vida flui! Não é nas tempestades que habitamos no conhecimento, mas na nossa maldade de pensamento, há muitas coisas que precisam ser explicadas antes de serem ditadas, aqui na verdade pode ser meu único começo ou meu único fim!